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Atualizado em 14/08/2018 14:17

TMSA e Planalto anunciam parceira no mercado de pellets de biomassa

Parceira no mercado de pellets de biomassa



TMSA e Planalto anunciam parceira no mercado de pellets de biomassa



A TMSA, representante exclusiva no Brasil há 27 anos da fabricante alemã de peletizadoras Amandus Kahl (https://www.akahl.de/de/) e Planalto Indústria e Comércio (http://www.planaltopicadores.com.br/), anunciam parceria para soluções integradas em projetos e construção de fábricas de pellets de biomassa e também Turnkey (mais comumente chamado de “chave na mão”).
Marcelo Joaquim, Gerente de Negócios da TMSA e responsável pela comercialização dos equipamentos da Kahl no Brasil, comenta: “O trabalho em conjunto com a Planalto preenche uma lacuna para atender a demanda cada vez maior por projetos de pequeno e médio portes (desde 1 a 20 toneladas por hora de produção) e que nós da TMSA não tínhamos competitividade. Além disso, a maioria das potenciais empresas interessadas em produzir pellets, com exceção daquelas que já estão neste mercado, buscam uma solução integrada ou turnkey, entretanto o Brasil carece de alternativas qualificadas e competitivas. A parceria com a Planalto vem ao encontro desta demanda dando a opção para o cliente de uma solução completa do que apenas comprar uma máquina”.
Luis Carlos Mecabô, Diretor Comercial da empresa Planalto Industria e Comercio Ltda, especializada em picagem de madeira, movimentação, classificação e armazenagem de biomassa, vem somar esforços para complementar o portfólio da Kahl e implantar novas linhas para fabricação de pellets, uma vez que a demanda por este combustível é crescente.



O mercado de pellets


 
                Com elevado potencial calorífico e por se tratar de uma fonte renovável de energia (produzido através de resíduos de biomassa como serragem de madeira, bagaço de cana dentre outros), o pellet possui um volume de produção anual aproximado de 27 milhões de toneladas sendo o maior consumo no mercado europeu. Nos últimos anos, a demanda por esta fonte renovável cresceu exponencialmente em função dos compromissos firmados no COP 21 (http://www.cop21paris.org/) para redução do aquecimento global onde o pellet é utilizado nas termoelétricas em substituição ao carvão para geração de energia. Para o aquecimento doméstico europeu (caldeiras de pequeno porte, lareiras e aquecedores) o pellet é utilizado em substituição ao óleo, gás e lenha. O consumo mundial anual em 2025 deverá atingir 66 milhões de toneladas segundo projeções da Argus Biomass (Fórum com os principais players do setor que ocorre anualmente em Londres).
                No Brasil, este produto vem ganhando força por termos uma oferta abundante de matéria prima sendo nosso país um dos principais potenciais fornecedores para atender esta demanda global. Já contamos com a maior fábrica de pellets da América Latina e diversos projetos em andamento para novas unidades de produção. Além da demanda europeia, o consumo no país está crescendo principalmente em processos semi-industriais como aplicações em aquecimento de aviários no processo de produção de frangos de corte, fornos de padarias, pizzarias, mercado pet, etc.



No caso dos pequenos modelos, o acionamento é realizado por meio de um redutor flutuante e nos grandes modelos por uma engrenagem helicoidal com baixo ruído e desgaste, conectado a uma transmissão por correias. 


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